15Dezembro2017

  

Segurança & Defesa

Portuguese English French German Italian Russian Spanish

Marinha do Brasil simula retomada de área tomada por facção no Pantanal

A Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 6º Distrito Naval, realizou de 20 a 23 de março, na região de Cáceres-MT, uma Operação Ribeirinha, contando com meios navais, aeronavais e fuzileiros navais.

A tarefa atribuída, simuladamente, era a de restabelecer a lei e a ordem, prendendo invasores de uma facção criminosa, que dominavam uma área no rio Paraguai, onde realizavam extração ilegal de minério, crimes ambientais, entre outros. 

A simulação de combate no Pantanal teve a participação de oito navios, dois helicópteros, lanchas, viaturas, destacamento do Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE) e tropas do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário (GptFNLa). Também houve a participação de embarcações e militares do 2° Batalhão de Fronteira de Cáceres, do Exército Brasileiro, na última fase da operação. 

Diante da situação, uma equipe de operações especiais se infiltrou na área dominada, inclusive com paraquedistas, para levantar informações detalhadas e identificar a base de operação daquela facção.


Acima
Fuzileiros Navais saltaram de helicópteros da Marinha

Simultaneamente, a Força Naval avançava, realizando batimento de margem. Esta ação consistia em desativar qualquer armadilha instalada, como correntes passadas pelo rio, pelas “forças paramilitares” para evitar a chegada desses meios a sua base.

Posteriormente, Fuzileiros Navais desembarcaram do Navio-Transporte Fluvial “Almirante Leverger” e do Navio-Transporte Fluvial Paraguassu percorrendo, por rio e terra, aproximadamente cinco quilômetros, até chegar à posição estabelecida pela facção criminosa.

Após ataque terrestre, aéreo e fluvial, no dia 23 de março foi retomada a área invadida e neutralizada a ação do interposto logístico da “facção criminosa”.

A importância dessa operação resulta em um maior conhecimento dos militares do bioma pantaneiro e das suas especificidades.

Cabe ressaltar o trabalho realizado pelo Grupo de Controle, por ter avaliado os aspectos positivos e negativos das ações, sempre com o objetivo de melhorar o desempenho conjunto e individual de cada militar.

Abaixo Militares após retomada da área invadida