15Setembro2019

 
 
    
    

Segurança & Defesa

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Os filhos do NFR-90

Como o nome indica, o programa NFR-90 (NATO Frigate Replacement for the 90s) foi estabelecido almejando o projeto e a construção de uma classe de fragatas para substituir nas Marinhas da OTAN os navios de escolta que já estivessem em ponto de serem retirados de serviço. Era uma meta ambiciosa, principalmente levando em conta que, na maioria das vezes, os requisitos de cada Marinha diferiam substancialmente dos de outra. Os oito países participantes eram os seguintes (entre parênteses, a quantidade de navios pretendidas por cada um): Alemanha Ocidental (4), Canadá (6), Espanha (5), Estados Unidos (18), França (4), Itália (8), Holanda (2) e Reino Unido (12) — um total de 59 escoltas, portanto. Por vários motivos, o programa foi eventualmente cancelado, e cada um dos partícipes desenvolveu seus próprios escoltas.

O KC-390 e as aeronaves de transporte tático na América do Sul

Na edição número 132 de “Segurança & Defesa” publicamos um artigo que ofereceu uma panorâmica do programa de desenvolvimento Embraer KC-390. Desta feita, focamos nos aviões de transporte empregados pelos outros países sul-americanos, e avaliamos as possibilidades de inserção do avião brasileiro na região. Abordamos, também, os possíveis reflexos da criação de uma “joint venture” entre a Embraer e a Boeing sobre o programa, com vistas aos esforços de comercialização global do KC-390.

Armamento leve para blindados

Por sua própria natureza, viaturas blindadas operam em cenários nos quais o emprego de força é regra, e por isso são armadas. Em geral, a definição do que esse armamento vai ser capaz e do nível de sofisticação de seu sistema de pontaria/direção de tiro é função das missões que se deseja que o veículo cumpra. Em blindados que, como as Viaturas de Combate de Infantaria, venham a enfrentar outros veículos de combate, é cada vez mais comum o uso de calibres iguais ou maiores do que 30mm. Entretanto, para a maioria das outras viaturas o que se objetiva é a capacidade de autodefesa e, para isso, armamento de calibre menor é frequentemente considerado suficiente. No entanto, para além desse consenso geral, não há tanta concordância de visões, e muitas opções têm sido consideradas. 

E MAIS

As novas capacidades da família de SARP Heron 

Novas capacidades para as VBTP M113BR 

Kornet-EM: novas capacidadesem armas anticarro 

Navios-aeródromo e navios com capacidade de aviação 

Submarinos russos para exportação 

Guerra Química: alguns comentários 

OpEsp: adaptando-se aos Conflitos Irregulares Assimétricos do futuro 

Forças Armadas, Ciência, Tecnologia e Inovação 


 

Edição 132

Corvetas “A69”: atualidade e futuro

Outrora navios modernos e bastante úteis à Armada de la República Argentina (ARA), as três corvetas classe “A69”, construídas na França (e atualmente designadas P31, P32 e P33), sofrem os efeitos da idade e da escassez de recursos orçamentários.

KC-390: status do projeto

No dia 9 de outubro, o primeiro exemplar de série do KC-390 de série fez seu voo inicial, configurando mais um importante marco no programa.  Conforme acordado com a Força Aérea Brasileira (FAB), a aeronave passará a fazer parte da campanha de ensaios em voo, devido a um incidente ocorrido com o primeiro protótipo. No texto abaixo, apresentaremos as implicações do referido acidente no cronograma do programa de desenvolvimento e comentamos outros aspectos referentes ao avião.

SIEsp: capacitando os Cadetes da AMAN em ambientes complexos

Na AMAN, a SIEsp (Seção de Instrução Especial) responsabiliza-se por planejar, coordenar e conduzir quatro módulos de instrução que buscam reproduzir situações de combate próprias de ambientes complexos. Realizados de forma independente no decorrer dos quatro anos de formação acadêmica, cada um dos módulos é conduzido mediante complexidade progressiva, com a finalidade de explorar nos Cadetes os aspectos físicos, psicológicos e intelectuais do desenvolvimento humano. 

Seahawk: salto tecnológico para o HS-1

Do alto dos seus 53 anos de existência o 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-submarino (HS-1, Esquadrão “Guerreiro”) da Marinha do Brasil (MB) é hoje o usuário do helicóptero naval mais moderno e sofisticado da América do Sul. 

CC no EB: encruzilhada

O Brasil possui atualmente pouco mais de 300 Carros de Combate (CC), a grande maioria dos quais é operada pelo Exército Brasileiro (EB), enquanto os demais mobiliam o Corpo de Fuzileiros Navais. Esses últimos foram adquiridos novos, mas a frota de CC do EB — e é nesses que o presente trabalho se concentra — é composta em sua totalidade por viaturas adquiridas em segunda mão. Embora grande parte seja relativamente pouco rodada, a Força Terrestre já se preocupa com sua eventual substituição, e para isso deverão ser avaliadas diversas alternativas.

E MAIS:

O Bell 412EP na FAA

Colômbia: ARP na luta antinarcotráfico

EB faz aquisições e se moderniza

Treinamento de pilotos de helicópteros na Colômbia

A Reativação da 2ª Esquadra norte-americana

FAB desativa o UH-1H

S&D entrevista o General Braga Netto


Edição 131

Armando os helicópteros do EB

O Exército Brasileiro (EB) vem modernizando suas aeronaves de asas rotativas, dotando-as de novos sistemas, motores, aviônicos e de glass cockpit, o que estenderá suas vidas úteis até meados da década de 2030. Outra necessidade é a adoção de novos sistemas de armas para essas aeronaves, possibilitada exatamente pela modernização.

ECOE: Estágio de Caçador de Operações Especiais

O processo de formação do Atirador de Precisão de OpEsp no Exército Brasileiro é aplicado através do ECOE-Estácio de Caçador de Operações Especiais, como veremos neste artigo.

Cavour... e depois?

Embora o Cavour, lançado ao mar em 2004, seja apenas o segundo navio-aeródromo italiano, isso não significa que a Marinha daquele país nunca tenha se interessado pela operação de aeronaves embarcadas. Muito pelo contrário. Esse trabalho comenta sobre o navio e seus antecessores, além de apresentar uma descrição da próxima belonave italiana capaz de operar aeronaves de asa fixa.

Ridex 2018: a primeira edição

De 27 a 29 de junho de 2018, realizou-se no Pier Mauá, mais exatamente nos Armazéns 3 e 4 do Porto do Rio de Janeiro, a primeira edição da RIDEX – Rio International Defense Exhibition. Promovido e organizado pela EMGEPRON – Empresa Gerencial de Projetos Navais, o evento contou com o apoio institucional dos Ministérios da Defesa e da Segurança Pública, da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, das três Forças Armadas, além de diversas entidades como ABIMDE, FIRJAN, SINAVAL, etc.

RHIB na defesa e na segurança

Os RHIB — ou, como são comumente chamados, botes semirrígidos — são uma presença crescente nas Marinhas, Guardas Costeiras e forças policiais em todo o mundo, mas sua participação na mídia não tem sido proporcional à sua importância. A seguir serão apresentados comentários a respeito de seu projeto, uso e tendências futuras.

E MAIS:

Rosoboronexport lança no mercado mundial o Tor-E2 

Invisibilidade e furtividade: a gênese da tecnologia “Stealth” 

Considerações sobre a substituição dos helicópteros do EA 

A Colômbia e a capacidade antinavio 

Armas submarinas russas no mercado 

Pqdt portugueses em combate na RCA 

As aeronaves da Policía Federal Argentina


 

Edição 130

VIII Brigada de Montaña do Ejército Argentino

Tropas de montanha se constituem num componente essencial do Instrumento Militar de países que possuam cordões montanhosos de certo porte, que demandem a organização, equipamento, instrução e adestramento de efetivos para combater nesse tipo de Ambiente Geográfico Particular (AGP). Na edição 91 de “Segurança & Defesa”, já apresentamos um trabalho focalizando a VIII Brigada de Montaña (VIII Br. M.) do Ejército Argentino; o artigo abaixo apresenta um novo enfoque e cobre a situação atual.

LIFT: Brasil, EUA e outros

A entrada em serviço de aeronaves de combate multifuncionais de 4ª e 5ª gerações tem levado um número crescente de países a adotar treinadores cada vez mais sofisticados, visando a atender à função de LIFT – Lead-In Fighter Trainers. Esses treinadores são especificamente destinados para servir de introdução à pilotagem de caças avançados. O artigo a seguir se concentra no interesse dos EUA e do Brasil em se equipar com esse tipo de avião, e em como as intenções brasileiras podem estar ligadas à decisão americana.

Perspectivas para o “conjugado aeronaval” na Marinha do Brasil

O presente texto analisa as possibilidades de renovação do “conjugado aeronaval” da Marinha do Brasil (MB), num contexto caracterizado por restrições ao orçamento de Defesa, assim como por ameaças difusas à segurança e aos interesses nacionais.

FIDAE 2018

Tudo começou como uma modesta exposição denominada FIDA – Feria Internacional del Aire, realizada na Base Aérea de El Bosque, por ocasião dos festejos do cinquentenário da Fuerza Aérea de Chile (FACh), em março de 1980. Desde então, o evento trocou o nome para FIDAE – Feria Internacional del Aire y del Espacio e se consolidou como a indiscutida plataforma comercial da América Latina no setor aeroespacial. 

Emprego de FOpEsp no âmbito dos Engajamentos de Precisão

O artigo trata de como as Forças de Operações Especiais (FOpEsp) são empregadas dentro do conceito dos Engajamentos de Precisão.

E MAIS:

Argentina: desatinos na política de Defesa 

Colômbia x Venezuela: o balanço 

LAAD Security 2018 

Os desafios globais do Século XXI


Edição 129

Super Tucano no mercado de aviões de ataque leve

O Embraer EMB-314 Super Tucano, ou A-29A/B para a Força Aérea Brasileira (FAB), vem se firmando no mercado mundial como uma das melhores, senão a melhor, aeronave de ataque leve disponível. Este artigo analisa sua origem, o status atual do programa e as perspectivas comerciais futuras.

Considerações sobre o engajamento de alta performance de FOpEsp

Pelo próprio tipo de missões empreendidas pelas Forças de Operações Especiais, os engajamentos — quando ocorrem — sempre demandam uma elevada performance operativa. É exatamente sobre esse aspecto que este artigo  se concentra.

Navio Porta-helicópteros Multipropósito: renovação do “conjugado anfíbio” da MB

Em artigos anteriores, foram examinadas as diversas classes de navios de assalto anfíbio (dos tipos LPH, LHA e LHD), existentes ou em projeto nas diferentes Marinhas. Dando continuidade àqueles trabalhos, este texto analisa as capacidades do LPH britânico, adquirido pela Marinha do Brasil, bem como o emprego potencial deste tipo de navio, no papel de integrante do “conjugado anfíbio” e capitânia da Esquadra brasileira.

A realidade orçamentária da Defesa no Brasil

Este texto procura analisar os orçamentos anuais do Ministério da Defesa e das Forças Armadas ao longo da última década e os efeitos da crise financeira dos últimos anos, assim como as perspectivas da Defesa no Orçamento da União para 2018. 

Ejército Nacional de Colombia: atualidade e perspectivas

Ultrapassada a fase de intensos conflitos com as Fuerzas Armadas Revolucionárias de Colombia (FARC), o Ejército Nacional de Colombia (ENC) redefine seu foco e suas necessidades para cumprir seu novo papel. Esse é o tema principal do texto deste artigo.

ARA San Juan: o longo caminho da tragédia

O presente artigo descreve a trajetória dos submarinos classe “TR1700” na Armada de la Republica Argentina (ARA), desde sua construção até o triste acidente com o San Juan (S-42). O texto pretende salientar alguns pontos que podem ter contribuído para o que ocorreu, e descreve o triste estado da Fuerza de Submarinos da Argentina.

E MAIS:

Manipulação das Grandes Potências pelos países periféricos 

Contramedidas de minagem 

O caça multifunção Su-35

Mitos perigosos 


 

Edição 128

Modernização de Carros de Combate

O Carro de Combate (CC) pesado continua sendo o principal sistema de combate dos exércitos. É o único sistema terrestre que oferece proteção, mobilidade e poder de fogo em um “pacote” único. Embora preferencialmente empregado de forma ofensiva, ele é igualmente capaz de taticamente executar uma defesa altamente eficaz. Além disso, tem a capacidade de transicionar da defesa ao ataque em segundos, sem solução de continuidade.

‘SitRep’ do Gripen NG

Este artigo analisa as principais novidades e atualizações do programa Gripen NG, que será o futuro avião de combate multifuncional da Força Aérea Brasileira (FAB). Concentrar-nos-emos no status atual do programa, principalmente no que se refere à versão brasileira da aeronave.

NPaOc na Marinha colombiana

Navios-Patrulha Oceânicos (NPaOc) são projetados para uma série de missões que vão desde combate a ilícitos no mar até participação em operações militares de baixa intensidade, passando por proteção da Zona Econômica Exclusiva (ZEE), presença, manutenção da soberania, busca e salvamento e outras. Para isso, a polivalência é para os NPaOc uma característica indispensável. Este artigo trada do seu uso pela Armada Nacional de Colombia (ANC).

Fuerza de Despliegue Rápido

A Fuerza de Despliegue Rápido (FDR) foi criada pela Resolución del Ministerio de Defensa Nº 1633, e se constitui na primeira resposta para problemas que demandem de forma imediata o emprego do instrumento militar. Trata-se de uma força de reação rápida, apta a ser desdobrada em diferentes regiões do país e em todo tipo de condições climáticas. Sua missão é realizar operações ofensivas de combate em zona desértica, montanha, selva e planície.

Força 3: OpEsp do EB na Amazônia

A Amazônia brasileira é conhecida por ser pródiga em superlativos. Na imensidão verde de suas florestas encontram-se riquezas ainda não estimadas, culturas ainda incompreendidas e áreas cujo potencial é amplamente desconhecido. Esse é o ambiente onde opera a 3a Companhia de Forças Especiais (3aCiaFEsp) do Exército Brasileiro (EB), a "Força 3".

E MAIS:

• Agir agora!
• Rio: uma nova proposta para a segurança
• Armamento para helicópteros no Brasil
• Radares argentinos
• AmazonLog 2017: EB foca na Logística Humanitária
• O porquê das derrotas norte-americanas 
• Coletes balísticos  


Edição 127

Infantería de Marina colombiana: atualidade e perspectivas
O Cuerpo de Infantería de Marina da Armada Nacional de Colombia é um dos maiores do mundo, com um efetivo mais de 21.000 homens e mulheres. Entretanto, não possui o equipamento necessário para realizar operações de desembarque anfíbio que tenham importância estratégica. Isso se deve principalmente à sua orientação antissubversiva, produto do prolongado conflito interno que assolou a Colômbia e que exigiu a otimização dos investimentos e a orientação da força à segurança terrestre e fluvial frente a uma ameaça real, e não à projeção estratégica de poder para hipóteses que conflito que talvez nunca se materializem. 

S&D Entrevista: o Presidente da COPAC
Através de Ricardo Pereira Azevedo e Mário Roberto Vaz Carneiro, “Segurança & Defesa” entrevistou o Brigadeiro do Ar Márcio Bruno Bonotto, presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC).

Formação de pilotos militares na Argentina
O artigo abaixo dá uma visão do atual sistema argentino para formação de pilotos militares, cobrindo as atividades e os problemas presentes, bem como os futuros.

Navios de Apoio Logístico: multiplicadores de força
Este artigo analisa a importância das unidades de apoio logístico móvel para a ampliação da capacidade oceânica de uma Marinha, com foco nos navios que são empregados para o reabastecimento no mar das unidades de combate de superfície que integram uma Esquadra.

SARP nas operações marítimas
O artigo que se segue dá uma panorâmica do cenário atual dos Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP) dedicados a operações em cenários marítimos.

E MAIS:
• Avançando pelo labirinto: procedimentos de progressão em ambiente urbano por FOpEsp
• Le Bourget 2017: poucas novidades, mas valeu
• IMDS 2017: vitrine naval em São Petersburgo
• O que deu errado?


 

Edição 126

IV Brigada Aerotransportada: berço dos PQDT do EA

Durante a Segunda Guerra Mundial, os principais beligerantes constituíram suas respectivas formações paraquedistas, no âmbito de seus Exércitos ou Forças Aéreas. Esse fato intensificou o interesse do Ejército Argentino (EA) em dispor de unidades desse tipo em sua organização, de forma a satisfazer as exigências da defesa do vasto território do país.

LAAD 2017: convivendo com a crise
Contando com a presença de diversas autoridades, inclusive o Presidente da República, Michel Temer, e o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, realizou-se no Riocentro (Rio de Janeiro), entre 4 e 7 de abril, a LAAD Defence & Security 2017, 11a edição da já conhecida feira.

Comentários sobre Guerra Litorânea
Ao longo da história, as operações no litoral têm apresentado grandes desafios e substanciais perigos. Nessa área, a liberdade de manobra que existe no mar aberto cessa, à medida que as complexas influências da massa terrestre se fazem sentir. Comercialmente, essa área abriga vastos recursos, incluindo a maioria das atividades pesqueiras e de exploração offshore de petróleo, e é também ponto de convergência de rotas marítimas, como é o caso dos estreitos de Hormuz e Málaca.

O crocodilo com dentes maiores
O legendário helicóptero Mi-24, conhecido pelo codinome “Hind”, dado pela OTAN, foi apelidado de “Crocodilo” por sua capacidade de combate. Um significativo aperfeiçoamento do Mi-24 levou ao Mi-35M, uma aeronave que combina uma série de inegáveis vantagens, e que compete no mesmo nível com material similar estrangeiro.

Defesa Antiaérea na Marinha do Brasil
Este artigo analisa as capacidades passadas, presentes e futuras da MB na área da defesa AAé de seus meios, concentrando-nos no emprego de mísseis, e deixando de fora o armamento de tubo.

E MAIS:
• Entrevista Teniente General Diego Luis Suñer, do Ejército Argentino
• Trump, Obama, Putin e a Síria
• Armamento ar-superfície da Fuerza Aérea Colombiana
• Conjunto de Operações Especiais: tendência para o Brasil?
• A tecnologia no combate ao terror


Edição 125

Aviões de Combate Multifuncionais
A multifuncionalidade, ou a capacidade de cumprir vários perfis de missão, é o principal ponto a destacar nos aviões de combate de 4a geração em diante, sendo esse o seu maior diferencial em relação aos caças anteriores. Aqui analisaremos o atual cenário na área, com foco nos principais caças multifunção em serviço ou prestes a entrar em produção.