23Julho2024

  
  

Segurança & Defesa

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Condor e Marinha do Brasil assinam acordo para desenvolvimento de tecnologias não letais

No dia 6 de junho, a Condor e a MB assinaram um Memorando de Entendimento objetivando aumentar o nível de conhecimento das tecnologias não letais atualmente em uso e em desenvolvimento no país, além de explorar a aplicação de técnicas em futuras operações dos Fuzileiros Navais. A partir deste acordo, a expectativa é de que as ações resultem em um programa conjunto de armas não letais similar ao Joint Non-Lethal Weapons Program - JNLWP, das Forças Armadas americanas, que visa o desenvolvimento de tecnologias e estratégias para oferecer alternativas em operações militares, ajudando a minimizar danos e preservar vidas. 

O protocolo assinado nesta quinta-feira é um marco na modernização e aprimoramento das capacidades operacionais dos Fuzileiros Navais e reforça o compromisso da Marinha e da Condor em desenvolver soluções inovadoras para a segurança do país.

Frederico Aguiar, CEO da Condor, comentou. “Este Protocolo de Intenções é a semente para um programa conjunto das Forças Armadas sobre tecnologias não letais, se traduzindo na perfeita soma de esforços entre a Condor, uma empresa estratégica de Defesa e o Corpo de Fuzileiros Navais. Este programa tem por objetivo o aumento do conhecimento das tecnologias não letais, seu emprego nas missões das Forças Armadas e o desenvolvimento de tecnologias de ponta para atender as necessidades futuras. Estamos entusiasmados com as perspectivas que esta colaboração oferece e ansiosos pelos avanços e inovações que surgirão desta parceria”.

A partir da assinatura do acordo serão trabalhados três eixos fundamentais: conhecimento, preparo e emprego, e direcionamento futuro. Inicialmente, a Condor vai atuar na compreensão do uso de tecnologias não letais nos cenários brasileiros para, em seguida, promover o aumento do nível de prontidão e disponibilidade com relação às capacidades não letais, levando em conta aspectos políticos, táticos, estratégicos e operacionais. Na prática, serão realizadas reuniões técnicas, workshops, seminários e visitas a instalações para traçar um mapeamento mais assertivo das necessidades atuais e futuras da Marinha.