19Abril2019

 
    
    

Segurança & Defesa

Portuguese English French German Italian Russian Spanish

Edição 133

Os filhos do NFR-90

Como o nome indica, o programa NFR-90 (NATO Frigate Replacement for the 90s) foi estabelecido almejando o projeto e a construção de uma classe de fragatas para substituir nas Marinhas da OTAN os navios de escolta que já estivessem em ponto de serem retirados de serviço. Era uma meta ambiciosa, principalmente levando em conta que, na maioria das vezes, os requisitos de cada Marinha diferiam substancialmente dos de outra. Os oito países participantes eram os seguintes (entre parênteses, a quantidade de navios pretendidas por cada um): Alemanha Ocidental (4), Canadá (6), Espanha (5), Estados Unidos (18), França (4), Itália (8), Holanda (2) e Reino Unido (12) — um total de 59 escoltas, portanto. Por vários motivos, o programa foi eventualmente cancelado, e cada um dos partícipes desenvolveu seus próprios escoltas.

O KC-390 e as aeronaves de transporte tático na América do Sul

Na edição número 132 de “Segurança & Defesa” publicamos um artigo que ofereceu uma panorâmica do programa de desenvolvimento Embraer KC-390. Desta feita, focamos nos aviões de transporte empregados pelos outros países sul-americanos, e avaliamos as possibilidades de inserção do avião brasileiro na região. Abordamos, também, os possíveis reflexos da criação de uma “joint venture” entre a Embraer e a Boeing sobre o programa, com vistas aos esforços de comercialização global do KC-390.

Armamento leve para blindados

Por sua própria natureza, viaturas blindadas operam em cenários nos quais o emprego de força é regra, e por isso são armadas. Em geral, a definição do que esse armamento vai ser capaz e do nível de sofisticação de seu sistema de pontaria/direção de tiro é função das missões que se deseja que o veículo cumpra. Em blindados que, como as Viaturas de Combate de Infantaria, venham a enfrentar outros veículos de combate, é cada vez mais comum o uso de calibres iguais ou maiores do que 30mm. Entretanto, para a maioria das outras viaturas o que se objetiva é a capacidade de autodefesa e, para isso, armamento de calibre menor é frequentemente considerado suficiente. No entanto, para além desse consenso geral, não há tanta concordância de visões, e muitas opções têm sido consideradas. 

E MAIS

As novas capacidades da família de SARP Heron 

Novas capacidades para as VBTP M113BR 

Kornet-EM: novas capacidadesem armas anticarro 

Navios-aeródromo e navios com capacidade de aviação 

Submarinos russos para exportação 

Guerra Química: alguns comentários 

OpEsp: adaptando-se aos Conflitos Irregulares Assimétricos do futuro 

Forças Armadas, Ciência, Tecnologia e Inovação