21Outubro2020

          

Segurança & Defesa

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Edição 139

FAB: 80 anos, e ativa — 2ª parte

A 1ª parte desse artigo foi publicada na edição 138 de “Segurança & Defesa”. Segue, nesta edição, a segunda e última parte, cobrindo as facetas que não foram tratadas em detalhe no segmento inicial.

Especial China:  Corvetas “Type 056/056A” (Classe “Jiangdao”)

Em prosseguimento ao ambicioso projeto de expansão da Marinha chinesa, as forças navais de Pequim — além de estarem projetando e desdobrando grandes unidades de superfície, como o contratorpedeiro “Type 055” (em essência um cruzador ainda maior que a classe norte-americana de cruzadores “Ticonderoga”), navios-aeródromo (como o “Type 003”, convencional, e o “Type 004”, de propulsão nuclear) e porta-helicópteros multipropósito, com capacidade de desembarque anfíbio (a exemplo do “Type 075”) —, também seguem construindo modernas corvetas furtivas, armadas com mísseis.

Especial China: os NAe e o futuro do Poder Naval chinês

Até o início da Segunda Guerra Mundial (1939-45), as principais Marinhas do mundo acreditavam que os mares pertenciam aos grandes e pesados encouraçados, navios que haviam feito toda a diferença nas grandes batalhas navais da Primeira Guerra Mundial (1914-18) e, por isso, países como Estados Unidos, Alemanha, França, Itália, Reino Unido e Japão construíram encouraçados de deslocamento cada vez maior.

Especial China: comparação das Marinhas da China e Japão

No início da década de 1980, a China possuía, — a exemplo da atual Marinha norte-coreana -, uma força naval extremamente limitada, que sequer conseguia proteger adequadamente sua própria faixa litorânea, sendo considerada uma estrita Marinha de águas costeiras. O Japão, por outro lado, já ostentava, na mesma época, uma grande frota de contratorpedeiros, equipados com as tecnologias mais modernas disponíveis naquela oportunidade, encarregada de proteger as linhas de comunicação marítimas, projetando poder naval (típico de Marinha oceânica) a milhares de quilômetros de distância.

O helicóptero como vetor de apoio às OpEsp

Não há nenhuma dúvida que as aeronaves de asa rotativa são atualmente indispensáveis para a realização de um sem número de tarefas militares, e que nenhuma Força Armada digna do nome pode prescindir de seu uso. O presente trabalho especificamente focaliza o seu uso como vetor de apoio às Operações Especiais (OpEsp).

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