28Maio2020

    
 
 
    

Segurança & Defesa

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Edição 137

Helicópteros de Transporte Militar na América do Sul

Desde o início de suas operações militares, os helicópteros vêm sendo usados em um sem número de missões – apesar de algumas limitações –, principalmente em função de sua versatilidade. É verdade que não são tão velozes, não voam tão alto e nem percorrem grandes distâncias, como os aviões. Por outro lado, podem atuar em locais que, devido a características do terreno ou vegetação, são restritos às aeronaves de asas rotativas, como terrenos montanhosos e clareiras. O objetivo do presente artigo é proporcionar uma visão panorâmica do cenário dos helicópteros, em especial os de transporte médio/pesado, na América do Sul.

O problema das “balas perdidas”

Semana após semana, somos contrapostos a casos de disparos erráticos, cujos projéteis atingem inocentes, muitas vezes de forma letal. Quer por erros de execução nos tiros de agentes públicos ou pela irresponsabilidade de criminosos que atiram com armamento poderoso de procedência clandestina, sem se preocupar com quem possa ser atingido pelos seus projéteis, o fato é que o temor de vir a se tornar um alvo está muito presente na vida dos cidadãos fluminenses, notadamente daqueles que vivem em áreas conflagradas, onde as forças de segurança buscam diariamente negar aos criminosos o exercício de seu poder paralelo.

A perda do USS Scorpion

Construído pela Electric Boat Division da General Dynamics Corporation em Groton, Connecticut, lançado em 29 de dezembro de 1959 e incorporado à U. S. Navy em 29 de julho de 1960, o USS Scorpion (SSN-589) foi o terceiro Submarino Nuclear de Ataque (SNA) da classe “Skipjack”, projetada em meados da década de 1950. Mais de 50 anos após sua perda no Oceano Atlântico, em maio de 1968, o USS Scorpion ainda suscita debates acalorados sobre as razões do seu afundamento. E, aparentemente, o que ainda não foi revelado supera em muito — não só em interesse, mas também em termos de surpresas — o que já foi tornado público. É o que este artigo mostra.

FOpEsp: o impacto das inovações tecnológicas

As Operações Especiais (OpEsp) tiveram sua gênese no decorrer da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), e desde então as forças envolvidas nesse segmento vêm executando incontáveis tarefas não convencionais, todas elas alicerçadas no binômio homem-equipamento. Por mais que as capacidades humanas (física, psicológica e intelectual) sejam destacadas como sendo a “pedra angular” que fundamenta e qualifica a competência dos operadores, os recursos tecnológicos criados e desenvolvidos com propósitos bélicos completam e potencializam sua eficiência, levando esses militares a atuar com proficiência no estado da arte combativa.

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