13Maio2026

 

Segurança & Defesa

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ATENA no Mangaratiba (P-73)

O Sistema de Gerenciamento de Combate ATENA, da ARES, está presente em diversas plataformas da Marinha do Brasil, a saber: NPa Macaé, NPa Macau, NPa Gurupi, NPa Guajará, Fragata Defensora, Navio-Escola Brasil, NPa Maracanã, Navios-Patrulha Oceânicos da Classe Amazonas, Corveta Barroso e, agora, no NPa Mangaratiba. Justifica-se, portanto, a declaração de Frecerico Medella, Diretor Comercial e de Marketing da ARES: ““O ATENA é resultado de uma trajetória consistente de desenvolvimento tecnológico nacional, construída em estreita conexão com as necessidades operacionais da Marinha. Sua evolução contínua demonstra a capacidade da indústria brasileira de entregar soluções robustas, sustentáveis e alinhadas aos desafios atuais e futuros da Defesa”.

Como parte do plano de modernização e extensão do ciclo de vida do sistema, os Sistemas de Gerenciamento de Combate instalados no NPa Maracanã, nos Navios-Patrulha Oceânicos da Classe Amazonas e na Corveta Barroso tiveram seus consoles multifuncionais atualizados, contribuindo para mitigar a obsolescência e ampliar a eficiência operacional dessas unidades. No caso do NPa Mangaratiba, o ATENA contará ainda com a integração de um novo sensor optrônico, ampliando as capacidades de monitoramento e consciência situacional do navio. A iniciativa marca a conclusão do projeto de modernização e reforça a estratégia da ARES de manter comunalidade entre seus sistemas, com ganhos relevantes nos aspectos logístico, produtivo, de manutenção e de gestão da obsolescência.

O ATENA (Foto: ARES) nasceu de uma iniciativa da empresa, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), e evoluiu para um produto operacional consolidado na Marinha do Brasil. Essa mesma dinâmica, baseada em investimento em tecnologia, desenvolvimento local, validação operacional e transformação em produto de Defesa, também está presente em outros sistemas da empresa, como o REMAX, o TORC 30 e a nova Estação de Armas com capacidade anti-drone.

A presença da ARES no Rio de Janeiro, próxima à sede da MB e a importantes estruturas industriais, operacionais e tecnológicas navais, reflete uma trajetória construída a partir de demandas concretas da Força. Parte relevante das capacidades de engenharia da empresa foi desenvolvida nesse contexto, desde os primeiros serviços de manutenção de instrumentos ópticos até projetos de maior complexidade, como o Sistema Lançador de Torpedo, SLT, o Indicador Visual Estabilizado de Rampa de Aproximação, IVERA, a produção de foguetes chaff em parceria com o Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM) e a participação no processo de nacionalização dos canhões de 40 mm.