EDIÇÃO 90
ATENÇÃO: Errata da edição número 90 de Segurança & Defesa
Por motivos alheios à nossa vontade, dois enganos acabaram aparecendo no artigo “Navios de escolta na América do Sul”. O primeiro deles, na tabela da página 14, refere-se ao armamento das “Inhaúma”, no item “Mísseis”: a frase “1 x lanç. óctuplo Aspide (24 mísseis)” deve ser desconsiderada, pois logicamente as corvetas não dispõem desse armamento. O segundo é na página 22, logo abaixo do sub-título “Armamento”: o total de peças de 127mm é 20, e não 24 como consta no texto. Esclarecemos também que, na tabela mais à esquerda na parte inferior da página 26, a linha “1 x “Garcia” (Brasil)” refere-se à quantidade de navios dessa classe, não à de canhões (o Pará tem dois canhões de 127mm). Pedimos desculpas aos leitores por qualquer inconveniente causado. |
SU-35: PERTO DA 5ª GERAÇÃO
No mercado mundial de caças, a Sukhoi, da Rússia, está apostando suas fichas, no futuro próximo, num caça multi-função Su-35 substancialmente modernizado.
PIRANHA IIIC NO CFN
Em cerimônia realizada no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo no dia 20 de agosto de 2007, foram oficialmente entregues ao setor operativo da Marinha do Brasil — mais especificamente ao Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) — as quatro primeiras Viaturas Blindadas Especiais SR 8x8 Piranha IIIC.
NAVIOS DE ESCOLTA NA AMÉRICA DO SUL
As Marinhas da América do Sul operam um total de 66 navios destinados a escolta. — incluindo a corveta Barroso, em fase final de construção. Sua capacidade varia bastante, havendo desde navios sofisticados — como as “MEKO” argentinas, as “Niterói” modernizadas do Brasil e as novas fragatas do Chile — até plataformas mais simples, como os dois escoltas uruguaios e os dois operados pela Guarda Costas venezuelana. O presente trabalho procura dar uma idéia geral do panorama atual.
VANTs NA ARGENTINA
Através da Dirección de Investigación Desarrollo y Producción (DIDEP), o Ejército Argentino deu início ao “Proyecto Lipán”, visando o desenvolvimento e produção de Veículos Aéreos Não Tripulados.
TIGRE: O FELINO EUROPEU
A entrada em serviço do helicóptero de combate Tigre na ALAT (Aviation Légère de l'Armée de Terre, ou Aviação Leve do Exército) francesa, introduz essa força num novo patamar em termos de operações aéreas.
E MAIS:
INFORME S&D
FORÇAS ESPECIAIS DA SUÉCIA
MANOBRAS DO CMN
MODERNIZAÇÃO DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA
CORSÁRIOS E PIRATAS NA PÓS-MODERNIDADE